O que fazer quando o cliente se sente ameaçado pelo seu produto.

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E aí, galera? Beleza? Aqui é o Jordão. E todo mundo fala para você vender inovação. Todo mundo fala para você vender uma tecnologia disruptiva. Toda revistinha de business que tem por aí fala para você ser o próximo Uber. Só que o problema é que quando você vai entrar no oceano azul… pô, você precisa ler um livro chamado ‘Oceano Azul’ para você saber que você deveria vender coisa inovadora? Que imbecil que lê um livro desses, cara, de 300 páginas para saber que tem que vender coisa nova em um lugar novo? É isso. Você precisa ler um livro desses? Dá um tiro na cabeça, velho.

Agora, quando você vai vender inovação em um lugar novo, você vai encontrar sempre uma objeção, uma pessoa que vai falar assim: “Não, não vamos comprar esse troço, não. Vamos manter as coisas como funciona aí, cara.” Porque o cara tem medo de perder o emprego. Isso acontece com todo mundo, desde o cara que vende uma máquina de lavar prato para uma família, vai encontrar uma rejeição ali da tiazinha que, às vezes, trabalha há 25 anos na casa e fala assim: “Que máquina de lavar prato o quê? Eu lavo aqui do meu jeito. É mais legal, mais bonito.” Até a rejeição de um CIO. Sabe o que é um CIO? Chefe de tecnologia de um banco, cara. O cara gerencia um monte de gente, uma verba absurda e o cara tem medinho de ver uma automação e um software de CRM-PI instalado porque ele vai deixar de trabalhar não sei no que, cara. Acorda para a vida, velhos! Acorda para a vida! A gente vive na era da abundância. O dinheiro não vai acabar. As plantas não vão acabar. A água não vai acabar. A energia não vai acabar. As minas na balada não vão acabar. As roupas não vão acabar. A cada quatro minutos, um livro é lançado. A cada dez minutos, uma empresa é aberta. Quem assina o Spotify aí? No Spotify tem música nova todo dia. Mas nem se você ficar 24 horas escutando Spotify, você vai conseguir escutar todas as músicas que existem nesse planeta inventado pelos seres humanos. A gente está na era da abundância. A comida não vai acabar. O ar não vai acabar. As coisas estão se multiplicando de um jeito absurdo. A sua concorrência não vai acabar. Os clientes não vão acabar. A coisa mais medíocre que você pode falar é acabou os clientes, não tem mais para quem ligar. Liga para os clientes da cidade vizinha, do estado vizinho, do país vizinho. O que te impede de vender no Chile, no Peru, no Uruguai? O que está te impedindo de vender em Miami, em Portugal, em Lisboa, em Madrid, na Rússia? O que te impede, cara? Acorda para a vida. Os clientes não vão acabar. As notas fiscais não vão acabar. Os impostos não vão acabar.

A gente vive na era da abundância. E se eu não acreditasse nisso, eu não faria um vídeo desse porque eu sei que 50 pessoas, 50% das pessoas que veem um vídeo meu nunca vão me dar um centavo. Nunca vão me dar um centavo. Mas os outros 50% vão me dar mais de um centavo. Os clientes não vão acabar e quanto mais vídeos eu faço, mais ideias vêm. As minhas ideias não vão acabar. Então, eu não preciso fazer um vídeo por semana. Eu faço um vídeo todo dia. Eu seria capaz de fazer cinco vídeos por dia e nunca me repetir. As ideias não acabam. O ser humano é um conduite de energia. Quanto mais energia eu passar para vocês, mais energia vem. Se você for um ser humano do tipo que na pia, coloca lá um trocinho para a água não fluir, a água não vem, porque você olha aquela pia, não dá para por mais água, a água não vem. O universo trabalha assim com você. Você dá para mim, o universo dá mais para você. Entendeu?

A gente é um conduite de energia. Você tem que passar para frente as coisas. Mais coisas vêm. Não tenha medo de perder o emprego. Você vai perder o emprego, meu filho. Você já deve ter visto isto. Uma fábrica de 50 funcionários. Os caras botaram umas máquinas lá, os caras mandaram os 50 funcionários embora. Só que três dos 50, que leram, que estudaram, é capaz de ter virado gerente da fábrica e está ganhando seis vezes mais, enquanto os outros 50, os 47, foram embora. A gente está na era da abundância. Você precisa acreditar nisso. Você precisa acreditar nisso. Você vai perder o emprego para a máquina. Só que a máquina vai criar empregos mais criativos, inteligentes, cabeça para você, meu filho. Abraça essa era. Abraça essa era que você vai para as cabeças, entendeu?

Eu não sou que nem os outros neguinhos aí que vão falar para você: “Não, as maquininhas são legais. Você é legal. Não sei o que lá.” Não, cara. Você vai perder o emprego, meu filho. Você vai perder o emprego. Só que você pode ir para um novo nível, para outro patamar e ganhar mais e ser melhor na vida, meu amigo. Se liga, cara. A gente está na era da abundância. Abrace a abundância e vamos para as cabeças. A tiazinha que tem medo da máquina de lavar, cara, deixa a máquina de lavar pratos se instalar aí e vá limpar a calçada. Não falta coisa para limpar. E o cara do CIO que tem medo também de tecnologia, cara, tem tudo ainda para automatizar. A gente pode automatizar todo esse planeta ainda. O que tem de aplicativo para ser criado, o que tem de coisas para serem criadas é uma coisa incrível. Então, vamos, vamos, vamos, velho! Se liga! A gente está na era da abundância e vamos para as cabeças. Entendeu? Deu para entender?

E se você gostou do meu vídeo aqui, cara, assina o meu canal no YouTube – youtube.com.br/ricardojordaomagalhaes. Procura eu aí na internet. Tem centenas, centenas e centenas de vídeos como esse para você assistir. E se você não quiser me pagar nada, o problema é seu porque o que não falta é cliente. O que não falta é cliente. Eu estou na caça dos clientes. Beleza? Vamos para as cabeças. Quanto mais você passar para frente, mais vem para você. Abraço.

Assista agora o video de onde saiu essa transcrição: