Se você trabalha com vendas, você já ouviu essa frase. Provavelmente, já ouviu várias vezes:
“Semana que vem a gente fala.”
Na primeira vez, você acredita. Na segunda, você anota no CRM. Na terceira, você já está com raiva ou desanimado.
Mas o que fazer? Insistir? Parar? Cobrar? Ignorar?
Neste post, quero te mostrar um caminho diferente. Um passo a passo que combina estratégia com empatia. Que respeita o cliente, mas também respeita o seu tempo.
Vamo pra cima.
1: Entenda o que “semana que vem” realmente significa
Nem todo “semana que vem” é mentira. Mas quase nunca é prioridade.
Pode ser:
- Falta de decisão
- Falta de coragem
- Falta de autorização
- Falta de tempo real
- Ou falta de vontade mesmo
O problema é você tratar essa frase como uma promessa.
“Semana que vem” não é uma data. É um desvio.
2: Sempre transforme em data real
O primeiro passo é não aceitar o “semana que vem” solto.
Ação:
- Diga algo como:
“Show! Quer marcar pra segunda às 10h ou quarta às 14h? Assim eu já deixo reservado.”
Você tira o cliente do modo “empurrar” e convida ele pro modo “decidir”.
Exemplo real: Cliente: “Vamos falar semana que vem.” Você: “Bora! Terça ou quarta fica melhor pra você?”
Ele responde com uma data ou foge de vez. De qualquer forma, você ganha clareza.
3: Pergunte o motivo com leveza
Antes de seguir esperando, pergunte:
“Claro! Posso perguntar se tem algo específico que você está aguardando até semana que vem? Só pra eu me programar aqui.”
Essa pergunta abre o jogo.
Exemplo:
“Tô esperando a resposta da diretoria.”
Pronto. Agora você sabe que precisa falar com outro cupido.
Ou:
“Tô com uma viagem marcada, volto só depois de tal data.”
A conversa muda. A estratégia muda.
4: Entregue valor entre uma semana e outra
Não fique parado esperando. Entregue algo. Mantenha a presença. Fortaleça a relação.
Ação:
- Envie um conteúdo prático:
- Um estudo de caso
- Um link de artigo
- Um print de resultado
- Um áudio com uma ideia
Exemplo real:
“Oi, João! Enquanto não nos falamos, vi esse artigo sobre desafios em implementação que lembrou muito sua situação. Pode te dar algumas ideias.”
Isso mostra que você está ali pra somar. E não só pra cobrar.
5: Reforce o convite com clareza
Se você falou com o cliente na segunda passada e ele ficou de retornar essa semana, na quarta você pode dizer:
“Oi, Carla! Passando só pra lembrar do nosso papo. Ainda faz sentido marcarmos essa conversa essa semana? Posso te sugerir quinta às 15h, pode ser?”
Por que isso funciona? Porque é leve, direto e mostra que você se importa em manter o ritmo.
6: Quando o “semana que vem” vira hábito
Se ele já te disse isso 3 vezes, é hora de mudar o jogo.
Ação:
- Chame a real com respeito:
“Fala, Ricardo! Vi que a gente tem falado sobre marcar, mas ainda não rolou. Se quiser, posso te ajudar a entender se esse é o momento certo ou não. Só pra gente não perder tempo dos dois lados.”
Resultado:
- Ele se sente respeitado. E você mostra postura.
7: Crie uma opção menor e mais fácil
Talvez ele esteja evitando porque acha que a conversa vai ser longa ou cheia de compromisso.
Ação:
“Se quiser, a gente pode fazer um papo de 15 minutos só pra alinhamento, sem pressão nenhuma. Te ajudo a organizar as ideias.”
Exemplo: A pessoa topa. E em 15 minutos você avança mais do que em 1 mês de trocas empurradas.
8: Se não responder mais, encerre com elegância
Tem cliente que não vai fechar. E tudo bem.
Ação:
“Como a gente já tentou marcar algumas vezes e não rolou, vou considerar que não é o melhor momento agora. Mas fico por aqui caso volte a fazer sentido. Obrigado até aqui.”
Por que isso funciona? Porque mostra maturidade. E muita gente volta depois só por lembrar da sua postura.
9: O jogo emocional por trás da enrolação
Muita gente empurra decisão porque tem medo de dizer “não”.
Outros porque não sabem dizer “sim” com firmeza.
Outros porque simplesmente estão sobrecarregados.
Seu papel não é forçar. É facilitar.
Quanto mais leve, mais verdadeiro.
Quanto mais verdadeiro, mais rápido o sim ou o não vem.
10: Ferramentas práticas que você pode usar
- Template de mensagem leve:
“Oi, fulano! Sei que a agenda é corrida, mas quero manter essa conversa viva porque acredito que posso ajudar muito. Posso te sugerir uma horinha semana que vem?”
- Template de provocação com respeito:
“Noto que estamos tentando marcar há um tempo. Talvez o momento não seja agora. Quer me dizer se ainda faz sentido seguir? Sem pressão.”
- Template de reativação:
“Vi um resultado aqui que me lembrou do seu desafio. Posso compartilhar contigo? Talvez isso ajude na sua decisão.”
Conclusão: Vendedor Rainmaker não espera parado. Ele se move com intenção.
Quem fica ouvindo “semana que vem” todo mês e continua sorrindo, perde energia.
Mas quem cobra demais, assusta.
O meio do caminho é a presença.
É a leveza com ritmo.
É a firmeza com escuta.
É o convite com coragem.
Quem vende com alma, não mendiga retorno. Cria movimento.
Gostou? Então salva este post.
Porque vai chegar um dia em que você vai ouvir “semana que vem a gente fala” pela quarta vez,
vai olhar pro CRM cheio de follow-up pendente
e vai pensar em desistir — ou em virar aquele vendedor robô que só copia e cola mensagem.
E quando esse dia chegar… essas palavras vão estar aqui.
Pra te lembrar que venda boa não espera. Propõe.
Não força. Convida.
Não some. Se posiciona.
Quem vende com presença aprende a respeitar o tempo do outro,
mas também a não ser empurrado pra depois indefinido.
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Vender bem não é insistir até cansar.
É agir com clareza. É escutar com presença. É mover com intenção.
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Jordão 🚀
Sensacional ! Jordão e um herói que nao usa capa !
Graças a seus ensinamentos, coloco comida na mesa e evoluo !
Gratidão
Rafael Ribeiro – (Os investimentos em conhecimento Geram os melhores dividendos)
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Obrigado meu amigo, tamo junto!
Pra frente e pra cima!