4 comentários em “Vendedores sem vínculo.

  1. Bom acredito que vendedores com vinculo ou sem vinculo ou qualquer outra função o que motiva é o retorno que se obtem com o negócio, e claro uma perspectiva de grande rentabilidade, confiança na empresa ou produto o qual o vendedor esta representado…

  2. Ricardo, acho que estou na linha de raciocínio de uma abordagem interessante… No meu caso, sou fornecedor de semijóias consignadas. Estou tentando mostrar às vendedoras que elas não são, não devem ser e não devem aceitar a alcunha “sacoleira” ou “vendedora porta em porta”. Estou preparando um material semanal, por email, com doses homeopáticas de uma mudança de postura, de “sacoleira” para “vendedora/empreendedora”.
    As vendedoras nos procuram com a idéia de “renda extra”. Eu quero que elas tenham a busca de “A RENDA”. Ou seja, é possível viver muito bem com a venda dos produtos que forneço sem custos para elas.
    É possível largar o emprego, ganhar muito mais do que ganham normalmente se acreditarem no negócio. E isso não é teoria, tenho exemplos entre elas mesmas de vendedoras que tiram de 4 a 7 mil reais limpos por mes.
    Ou seja, em outras palavras, tenho que fornecer um curso em doses programadas, uma lição por vez, uma missão semanal para ver se consigo criar, em pelo menos uma parte delas, essa postura e atitude de empreendedoras.
    O que acha?
    Abraço!

  3. Bom Ricardo & BizPeopple, tenho algumas experiências sobre isso.
    Ocorre que, menos de 2% correm atrás de sua produtividade. Mais de 80% das pessoas, não são auto-gerenciaveis. Elas precisam de alguém pra dar ordem. O chefe não é necessário por saber demais. 99% das empresas, produzem mais, na simples presença de chefes.
    Com os vendedores autônomos, temos diversos detalhes: o fato de não “precisar” trabalhar hoje, não precisar vender o seu produto. então, o cara sempre se apega a melhor oportunidade que lhe é apresentada, e as outras, sobram.
    Assim, se numa semana o cara vende muito de um produto, esquece dos outros.
    No caso das vendedoras de joias por exemplo, se o filho fica doente, ela dá foco na criança – o que está certo – e tende a se revoltar com a falta de grana no fim do mês – o que é errado. A questão de empregos autônomos têm diversas problemas.
    Por exemplo, o autônomo mais rentável é o CORRETOR DE IMÓVEIS.
    Neste mercado existem 3 tipos de corretores:
    O Autônomo – que tem tendência à não ser tão bem sucedido;
    O empregado – que atua junto á alguma imobiliaria ( onde ele tem um chefe, que o leva a produzir mais, por isso ele continua na empresa dos outros, ganhando mais que a autonomia o permitia ganhar );
    E o micro-empresário – que é o autônomo, focado e esforçado, auto-gerenciável, e esse sim, consegue ser bem sucedido, pois, seu chefe nunca se afasta ( ele é o próprio chefe e ele percebe isso ).
    Agora, eu pergunto: por que incentivar vendedores que não tem vínculo? Por que não, ter o vínculo? O custo é auto? Muitos dos vendedores que realmente produzem, valem o custo – obviamente, com alguns descontos.
    Agora, imagine se a empresa diz o seguinte: o ranking de vendas é X. Todos os vendedores que se mantiverem neste ranking por 6 meses, poderão optar por se tornar funcionário CLT.
    O cara que vende medianamente bem, ele vai passar a vender com mais vontade, com mais gosto. Ele vai ter de trabalhar MAIS para ter o mesmo salário, mas, é fato mais que comprovado: funcionário tranquilo trabalha com mais vontade e eficiência.
    Contratar com CLT pode ser um diferencial estratégico cinteressante à oferecer á seus futuros funcionários. Os encargos são autos? SIM! Pra caramba, eu sei. Mas, ter a certeza de que, o cara vai estar 100% comprometido com o sucesso da sua empresa, não é lucrativo o suficiente para pagar tais encargos?
    Não sou empresário – ainda – mas, ao menos nas planilhas, a CLT não é tão ruim quanto se pinta ( basta você ser 100% honesto ).
    MarVin
    Grandes abraços!

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