10 comentários em “Funcionários Comprometidos.

  1. A principal razão: falta de propósito! As pessoas “trabalham por trabalhar”; trabalham pelo salário, fazem as coisas sem tesão, por pura obrigaçao de fazer!O comprometimento é algo que NÓS criamos quando temos uma razão muito forte para fazer algo.

  2. Não acredito que seja complicado achar profissionais comprometidos, mas sim empresas em que os funcionarios possam confiar, sem confiança não há comprometimento. Você precisa ter certeza que seu chefe não vai lhe roubar um projeto ou que você terá suas idéias aproveitadas e depois descartado ou seja uma série de fatores implicam no comprometimento das pessoas e infelizmente a maioria das empresas não entendem que para conseguir comprometimento devem também ser comprometidas com sua equipe.

  3. Preguiça ! na minha opinião.
    Independente se o cara sabe ou não o que quer ele não tem o compromisso com outro porque não tem com ele mesmo, a preguiça deixa muita gente sem evoluir, esse é o grande mal, principalmente com a tecnologia, o que serve como um auxilio para ter tempo e produzir algo de util, o cara perde tempo.
    Eu discordo em partes com relação ao propósito, pois tem muita gente que gosta do que faz e mesmo assim não é comprometido, entrega tudo atrasado, errado, ou imcompleto.
    Acho que falta isso essa consciência profissional de que “TODOS OS DIAS EU TENHO QUE MELHORAR O QUE EU FAÇO”.
    Abraço

  4. Olhar apenas por um ponto de vista é muito fácil. Há dois problemas sérios de percepção entre empregadores e empregados:
    Empregados: O problema começa em casa, se extende na escola e se concretiza na faculdade. O indivíduo cresce achando que autoridades, professores diretores, chefes, ou seja lá quem está mandando, é um aproveitador sangue suga bundão filho da mãe. E,as vezes, de fato é.
    Ele acha que a empresa deve pra ele algo maior do que um salário e benefícios.
    Empregadores: O “empreendedor” que emprega esse sujeito o trata como mais um. De tão acustumado a levar toco de funcionario – investe no maluquinho e depois de seis meses o maluquinho parte pra outra – ele então não investe, não treina, não valoriza, não proporciona um ambiente estimulante porque “ah, ele vai sair fora mesmo em alguns meses. Pra que? Não compensa”
    Nem o funcionário, nem o dono da empresa mantém o foco. Eles levam pro lado pessoal, financeiro, no compensa – não compensa.
    O empregador precisa deixar de ser folgado, sair da sua sala com ar condicioonado e começar a entender que é preciso valorizar os caras certos. Ele precisa querer se emexer para identificar esses caras certos para investir e treinar.
    Por sua vez, o funcionário ou empregado precisa deixar de ser pangaré e buscar apenas compensação no salário e reconhecimento com aumento de salário. Ele precisa entender que ambos (ele e o chefe) estão trabalhando juntos em prol de algo muito maior do que levar vantagem ou não levar vantagem.
    O brasileiro se coloca no papel de vitima. Ele acha que é injustiçado e, a partir disso, faz o minio exforço possível para que se aproveitem emnos dele. E isso acontece com o funcionário e com o mister empreendedor.
    Enquanto houver essa bobeira sobre quem está levando mais vantagem, vai ser essa arrasta-arrasta eterno.

  5. Muitas empresas tratam M4 como M3 o que desmotiva o colaborador. Leia Ken Blanchard “LIDERANÇA SITUACIONAL” e saberá mais. Mas a CULPA SEMPRE É DO LÍDER !!

  6. São diversas as respostas, e, o segundo parágrafo do BRENO é perfeito.
    O problema começa na sensação de sonhos e valores. Não temos uma cultura de sonhadores, mas sim, de deliradores. Os sonhos de nossas crianças não são incentivados, e estes sonhos morrem, e deixam delírios de se tornar milionário da noite pro dia a toa…
    As crianças não são educadas à sonhar, e muito menos a planejar seus sonhos.
    Uma criança que gosta de jogos de computador, se bem motivada, pode ser uma roteirista, designer, ro wathever, mas, ou os pais permitem que o filho jogue deliberadamente ( sem conduzí-lo por um objetivo) ou o proibem, alegando que isso prejudica nos estudos e traz a agressividade.
    Quando nossas crianças crescerem querendo ser de uma dada profissão, serão melhores profissionais, que vão procurar melhores empregos, epor consequência, obrigarão aos empregadores a oferecerem melhores condições de trabalho.
    Encontrar uma pessoa comprometida tem diversas variáveis. Um RH que esteja totalmente envolvido e saiba exatamente o que quer do colaborador, muda muito isso tudo.
    Um bom exemplo disso, é o RICARDO JORDÃO.
    Ele teve a ARMREBEL. Uma empresa com uma estrutura invejável, que obteve uma equipe 100% engajada, todo mundo de bom nível profissional e altamente comprometidos.
    Houveram falhas no planejamento e na execução que impediram o resultado positivo da empresa, mas, conhecendo os profissionais como os conheci, afirmo que HAVIA ALI UM VERDADEIRO TIME!
    Você, JORDÃO, conseguiu consolidar um time incrível, e por quê?
    Você conseguiu se planejar com antecedência e saber exatamente o que você queria. Infelizmente, você misturou dois projetos ( uma empresa de venda de hardware e uma empresa de desenvolvimento de software ), e isso complicou na execução. Mas, o fato: a equipe era invejável. Se fossem duas empresas diferentes, você estaria ainda mais RICO!
    Acho que a melhor alternativa ( para o empresário ) hoje é:
    Planejar com antecedência;
    Definir o perfil do colaborador antes de abrir o processo seletivo;
    ser realista com suas condições e com o exigido do colaborador;
    Procurar o colaborador em comunidades que envolvam pessoas que gostem da atividade-fim da empresa.
    Grande abraço!
    MarVin

  7. Porque existem muitas pessoas que só querem o salário mesmo e também porque existem muitas empresas que desmotivam os funcionários…
    Create and Innovate NOW!

  8. Quando falo de proposito nao falo em fazer coisas que voce gosta ou nao gosta; quando temos uma razão muito forte para realizar algo não perdemos tempo em analisar se é ou não gostoso fazer alguma coisa; FAZEMOS! Outra coisa, não é o RH, o empresárío, o chefe, o amigo de trabalho que gera comprometimento em nós; isso é muleta!

  9. “Acho que a melhor alternativa ( para o empresário ) hoje é:
    Planejar com antecedência;
    Definir o perfil do colaborador antes de abrir o processo seletivo;
    ser realista com suas condições e com o exigido do colaborador;
    Procurar o colaborador em comunidades que envolvam pessoas que gostem da atividade-fim da empresa.”
    MARCUS MARVIN, é isso mesmo.

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