Como o Ronald McDonalds matou o Coelhinho da Páscoa.

Mclanche
 

"Marketing é o que você tem que fazer quando o seu produto não é bom". 

O McLanche Feliz é um crime. De feliz não tem nada. O lanche é uma grande infelicidade, e uma bruta safadeza do McDonalds.  

Felizmente os meus filhos não gostam da comida do McDonalds. Eles acham a batata frita do McDonalds gordurosa, o sanduíche sem sabor, o nuggets sem graça, e o refrigerante um lixo. 

Entretanto, vez ou outra, os meus filhos e os seus amiguinhos pedem para ir ao McDonalds. 

Eu não levo. Mas tem sempre algum imbecil que leva. 

Por que as crianças querem ir no Mac se elas não gostam da comida do MacLixo?

Por causa da droga do brinquedo que vem “grátis” dentro da droga do mclanche infeliz.

As crianças de hoje não ligam a mínima para o lanche. 

Eu nem preciso me preocupar com a questão da saúde porque eles simplesmente não comem a porcaria da comida do mclixo. Eles querem apenas o brinquedinho safado e xingue-lingue que acompanha o lanche.

Ou seria vice-versa?!

A estratégia safada do McDonalds em colocar brinquedo dentro de hamburger é tão bem sucedida que levou os gerentes de produtos da empresa do sanduíche a evoluirem com a coisa toda. 

Dez anos atrás o brinquedo do McLanche Infeliz era apenas um brinquedinho xingue-lingue. Hoje o brinquedo faz parte de uma "coleção" temática de brinquedos que muda a cada 30 dias ou algo assim.

A estratégia da coleção leva a criançada a querer retornar ao McDonalds até completar a maldita coleção. Nos dias de hoje uma coleção do McLanche Infeliz tem entre 4 ou 5 brinquedos. 

Eu tenho um amigo que viveu em Buenos Aires nos anos 90 e conta que certa vez o McDonalds soltou uma coleção temática de 30 brinquedos. Os filhos dele e os filhos dos amigos encheram o saco durante 30 dias para ir no McDonalds 30 vezes para pegar o brinquedo e completar a tal da coleção.

Coleção essa que é logo esquecida pela criançada. O "tesão" pelo brinquedo é artificial. O objetivo da criança é atingir a meta de completar a coleção antes dos outros amiguinhos. O prazer está apenas no ato de consumir a droga oferecida pelo McDonalds seja ela qual for. 

A criançada descarta o brinquedo em questão de horas; as vezes o brinquedo é descartado na própria loja.  

A experiência do mclanche infeliz serve apenas para atormentar a cabeça das crianças e torná-las consumidoras vorazes de qualquer droga.

No condado de Santa Clara na Califórnia nos EUA o McLanche Feliz foi proibido. “Se você não puder controlar a vontade de uma criança de 3 anos de idade por um brinquedo, o que essa criança vai querer quando tiver 20 anos de idade?”, “É uma bruta sacanagem oferecer um brinquedo como recompensa para uma criança que come comida que contem alta caloria”, comentam os deputados que votaram a favor da proibição. 

O McLanche Feliz foi criado em 1979 por Robert Bernstein marketeiro safado ligado ao McDonalds. O cara já ganhou inclusive um McLanche Infeliz de Bronze em sua homenagem. A sua criação é hoje estudada e glorificada por outros marketeiros pilantras que estudam essa história como caso de sucesso e procuram replicá-las em outras situações. 

Eu imagino que o infeliz do gerente de produtos que criou essa droga, e o infeliz do atual gerente de produtos do McDonalds responsável pelas vendas dessa porcaria não tenham filhos. Qual pai em sã consciência aprovaria uma iniciativa tão safada e hipócrita como essa de premiar uma criança que se alimenta de uma comida que faz mal a saúde????

Muitos pais aprovariam. No web site do ReclameAqui – portal bacana que ajuda os consumidores brasileiros a lutarem por seus direitos – você encontra várias reclamações de pais brasileiros metendo pau no McDonalds porque eles não encontraram um determinado brinquedo na loja.

Pelo jeito o maluco sou eu. Tem trocentos pais por ai que incentivam os seus filhos a consumir brinquedinho do McDonalds e completar suas coleções. 

É aquela velha história, "enquanto houver viciado querendo injetar a droga na veia (dos filhos), vai ter traficante vendendo droga".

Pois os meus filhos essa turma não vão pegar. 

O McDonalds fez história com o mclanche infeliz. Hoje você tem brinquedo dentro de chocolate (Kinder Ovo), brinquedo dentro de revista (Revista Recreio da Editora Abril), brinquedo dentro de embalagem de sucrilho, brinquedo dentro de ovo de páscoa etc etc etc. 

A páscoa desse ano ficará conhecida como a páscoa mais infeliz que as vovós já viram.

Milhares de singelas vovós vão ficar com os olhos cheios de lágrimas quando perceberem que os seus singelos netinhos dispensaram o ovo que compraram com tanto carinho porque o maldito ovo não tem brinquedo dentro, apenas chocolate.

Coitada das vovós. Esqueceram de avisá-las que os seus queridos netinhos viraram vorazes consumidores de brinquedinhos xingue-lingue. 

Nem a chapeuzinho vermelho está interessada nos doces da vovozinha. Talvez nem o lobo. 

A dona de casa Carla Drochner, de 31 anos, moradora do Sul do país, recebeu do filho Caio, 4, pelo menos três opções de compra. Segundo ela, apenas uma era em virtude do gosto pelo chocolate. As outras, foram escolhidas em função dos atrativos infantis. “Se o meu filho não achar o brinquedo bonito, ele não quer”, conta. 

Mais que o puro chocolate, os ovos de páscoa vêm recheados de bonecas, canecas, brinquedos, lanternas e até mesmo gravadores. Ovos de personagens licenciados, como personagens de desenhos animados, de quadrinhos, brinquedos famosos, são os preferidos da garotada, e também os mais caros. Foi este o presente escolhido pelo pequeno Lucas, 6 anos, que exigia que sua mãe comprasse um ovo de seu personagem predileto: o Homem Aranha. “Ele nem gosta muito de chocolate, escolhe exclusivamente pelo presente. Bom, assim todos ficam felizes, ele ganha o brinquedo e eu ajudo no chocolate”, diverte-se a enfermeira Alexandra Israel Rovedo, 33.

Se eu penso que o McLanche Infeliz ou Ovo de Páscoa com Recheio de Brinquedo deveriam ser proibidos no Brasil como está rolando na Califórnia? 

Eu não. Deixa rolar. Afinal essa turma precisa de um quitute para detonar enquanto se diverte assistindo as video-cassetadas do faustão. 

Que cada pai eduque os seus filhos do jeito que quiserem. 

Eu já tenho muito o que fazer educando os meus filhos. Eu não tenho tempo nem saco para educar os filhos dos outros. 

Te vira negão!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim. E Você?

 

45 comentários em “Como o Ronald McDonalds matou o Coelhinho da Páscoa.

  1. 1 – Safado não seria uma palavra muito forte?
    2 – Matou o coelhinho? Ótimo, melhor comer Maclixo do que alimentar uma tradição religiosa mantida por ignorantes.
    3 – Imbecil, eu? Talvez, levo minha filha uma vez por mês pra comer o lanche e nos outros dias vamos a praia, futebol, comemos fruta e salada… simples como a maioria dos pais (imbecis)…
    Abs

  2. Ricardo, trabalho com crianças e vejo, constantemente, a seguinte situação:
    Segunda feira… Algumas crianças trazem para a escola o brinquedo “ganho” no final de semana… Outras não trazem… As que não trazem são, às vezes de forma sutil, às vezes de maneira explícita, inferiorizadas frente às que trouxeram…
    “O que !?, seu pai não te levou no McDonalds ontem!? Que merda de pai é esta? ”
    “Eca, você não tem, a coleção do brinquedo XYZ!? Então sai pra lá fracassado!”
    “Eu tenho,eu fui, eu sou legal! Você não tem, você não foi, você não é legal!”
    Resultado Ricardo: As crianças, muitas vezes, imploram para os pais levarem-nas no MacDonalds não pelo brinquedo idiota… Mas sim pela sua “imagem” frente aos amiguinhos, para pertencer ao “grupo dos bacanas”, para não se sentirem diminuidos frente os colegas…
    TRISTE DEMAIS !!!! Mal deixaram as fraldas e já estão consumindo porcaria em função do que os outros vão dizer, pensar, falar, etc.
    Parabéns pelo texto Ricardo… Espero que muitos pais o leiam!

  3. Mas fazendo um contraponto Jordão… No último Direto das Trincheiras você incentiva a estratégia de combos e cita como exemplo o próprio MacDonald’s para defender a sua tese “matadora” de levar as empresas a adotarem combos disto e daquilo, inclusive elencando vantagens tanto para a empresa quanto para as pessoas. Não seria o seu post uma contradição? O MacFeliz nada mais é que um combo cujo “brinquedinho” fala a linguagem dos mirins, seu público alvo, vez que os argumentos lógicos (defendidos por você, inclusive) que tornam eficaz a estratégia vitoriosa de comunicação e venda existente nos combos do Mac, seriam ininteligiveis para este público infantil. Também sou contra o MacFeliz mas encaro como uma estratégia de mercahndising, daí eu vejo contradição no seu post irado. Em última análise Ricardo, concordo com a sua postura de pai. Cabe aos pais exercerem a sua função maior de educadores. E educar é impor limites e coibir os excessos. O problema não está no Macdonalds, está na sociedade consumista.

  4. Antonio,
    Não tem contradição nenhuma. Você tá pegando a coisa pelo pé da letra.
    Eu aprovo a idéia de combos transparentes, e DESAPROVO a idéia safada do mcdonalds em premiar crianças que comem gordura no combo safado que o safado do gerente de marketing do mcdonalds criou.
    O fato de APROVAR um conceito não me obriga a APROVAR todas as suas aplicações.
    ARREBENTA!
    Ricardo

  5. Olá, tudo bom?
    Concordo que McDonalds é um lixo de comida, mas descordo desta postagem já na primeira frase.
    “Marketing é o que você tem que fazer quando o seu produto não é bom”
    Totalmente errado, pois marketing é um conjunto de ferramentas sérias, e o emprego erroneo do termo sendo aplicado de forma pejorativa vem denegrindo a imagem não só do próprio marketing quanto dos profissionais da área.
    E o errado nisso tudo são as pessoas, as pessoas sim são suja e corruptivas.
    Mesmo assim parabéns por expressar sua opinião.
    Mas pensando bem, o que tem a páscoa com tudo isso? Chocolate? Coelho? Religião? Tudo isso não passa de capitalismo. Para o McDonalds, para a Nestle ou para a o cofrinho do Papa. Tudo isso não passa do comércio de produtos, duráveis ou não, materiais ou não.
    200g de McDonalds ou 1kg de chocolate? Os dois fazem mal a saúde. Comprei para minha namorada esse ano pouco chocolate e um bichinho de pelúcia. Pelo menos esse vai durar junto com uma lembrança especial.
    Leia um pouco mais antes de escrever.
    See ya!
    xD

  6. Eu gosto do lanche do Mc Donalds e vejo longas filas de pessoas que nunca comprar um Mc Lanche feliz, esse nem é o lanche mais vendido e sim o famoso Nº 1, você não gosta é direito seu geração saúde e bla bla blá, mas eu adoro e sou capaz de fazer 1h de esteira só pra coMer mais uma vez no Mc Donald, como diria o Rei Roberto: TUDO QUE É BOM É ILEGAL É IMORAL OU ENGORDA.. se os pais criam seus filhos dessa maneira, comprando lanches e ovos de páscoa apenas pelo brinquedo frajuto e não pelo lanche ou pelo chocolate, o problema não é das crianças nem muito menos do Mc Donalds e sim dos pais que na sua grande maioria largam o filho na frente da TV pra serem educados e influenciados por ela, levem seus filhos a livrarias, contem histórias pra eles antes de durmirem, eduquem… ou será que não teem tempo por estarem preocupados demais com as empresas que enriquecem enquanto vcs pais só trabalham pra dar tudo que seus filhos pedem sem nem mesmo fazê-los ter a consciência de quanto precisam daquilo!

  7. Olá Ricardo,
    Tudo no McDonalds é uma merda. Só vende porque as praças de alimentação nos shoppings é cheia de porcaria. Graças a Deus já estou imunizado e não consumo mais esse lixo.
    Concordo com a essência do seu artigo, e vou um pouco além. Se fizessem uma pesquisa, acredito que pelo menos 70% não tem nem idéia do que é a Páscoa. E esse é o ponto onde esse tipo de marketing ferra com as coisas.
    A longo prazo esse tipo de propaganda produz pessoas alienadas e fúteis. De repente essa é a estratégia de fato, manter as crianças o mais alienadas quanto for possível.
    Abs

  8. Escrevi um comentário que virou um post. Enfim, a coisa vai muito além do que está sendo tratado aqui. E não é apenas marketing, vendas, etc. que estão envolvidos, mas educação, cultura, psicologia, pedagogia e uma séria e outras “gias” que não são minha praia.
    Esse tema me lembrou uma coisa que marcou minha vida. Eu sou da geração do vídeo-game. Meu pai sempre foi contra o vídeo-game, e apesar de eu pedir muito durante minha infância, nunca ganhei um. Confesso que foi foda ver todos os amigos ganhando, e eu não. A molecada respirava, jogava e só conversava sobre vídeo-game, e as vezes eu até inventava uns assuntos só pra participar. Na época eu ficava p. da vida por não ter a porcaria, mas hoje sou grato ao meu pai, pois graças à cabeça dura dele eu nunca tive esse vício imbecil que a molecada tem, e desenvolvi uma série de outras coisas.
    Quanto ao que foi escrito no post, eu concordo que premiar a criança por ela comer um saco de lixo é errado, porém existe todo um mundo que envolve isso. Meu filho vai fazer 4 anos de idade, eu NUNCA o levei no McDonalds, mas obviamente ele conhece e já foi, pois ele tem prima, tia, avó que combinam de ir, coleguinhas que fazem aniversário lá etc. Há 15 dias ele fala todo dia sobre a páscoa, pois ele é atingido por uma quantidade absurda de informações na escola, com colegas, com família, na televisão, no supermercado etc.
    Na adolescência, as pessoas se separam em grupos. Entre os vários grupos, sempre encontramos os playboys (consumistas que o papai compra de tudo) e os alternativos (a molecada que é contra roupinha de marca e artistas da moda). Independente da escolha do adolescente, ele sempre vai se identificar e integrar algum grupo. Com crianças de três anos é diferente, pois todas elas acreditam na páscoa e são facilmente influenciadas por tudo o que as cerca, e se você obrigá-la a não fazer parte disso, você irá excluí-la.
    Acredito que se formos radicais, impedimos nossos filhos de serem crianças e de viver em sociedade. A solução está em equilibrar as coisas e orientá-los, desde sempre, sobre o que é certo e o que é errado. Isso serve para consumismo, alimentação, drogas, sexo e todos esses problemas que nos cercam na criação dos nossos filhos.

  9. E Aí Ricardo?
    E depois como querem que nossas crianças mantenham a inocência?
    Ontem mesmo tive uma experiência igual. Troquei de operadora de celular e recebi um aparelho comum, da Nokia. O Bichinho só serve para falar mesmo, mas é bom de sinal barbaridade. Qual a reação da minha filha de 11 anos ao ver o celular?
    ( ) Nossa pai, operadora nova, vai economizar uma pila, hein?
    ( ) Mudou o número? Caso eu precise te ligar…
    ( ) Que celular de pobre, pai…
    OBVIO que é a terceira. Posso culpar ela? Não, tenho que culpar a mim que deixo ela na frente da TV vendo que o mundo só é legar para que usa ultima geração, usa tenis importado, carro importado. Que não criei nela senso critico para ver o mundo como ele é, e não aparentemente.
    Estamos em panico, mas agora, agora ta complicado.
    Um Abraço
    E amigo, amigo meu, APROVO A DECISÃO: CADA UM QUE RESOLVA A SUA VIDA. Não é individualismo: só mudamos o mundo mudando a gente primeiro.]

  10. Concordo parcialmente. Apenas no ponto que você diz que cada um educa o filho do jeito que quer, eu discordo. Acredito que uma pessoa que nunca foi educada não consiga, pois, que bagagem tem para transmitir? Precisamos nos preocupar com essas pessoas, de um dia, direta ou indiretamente vão nos atingir, ou aos nossos filhos que educamos com amor e carinho.
    Também não compreendo a dificuldade em dizer não para os filhos e, confesso, tenho medo dessa geração. Medo da falta de dicernimento que vai deixar como fruto para as futuras gerações.
    Embora eu não tenha comprado ovo de páscoa para o meu filho, todos que ele escolhia no supermercado eram baseados no seu gosto por chocolate. E o único brinquedo de ovo que ele ganhou, pediu para eu dar a uma criança que queira brincar com o carrinho. Se eu consigo, acredito que todos conseguem. Só precisam começar.

  11. E no Kinder Ovo. Meu filho sempre pede por causa do brinquedo e sobra para eu comer o chocolate. Outro exemplo: Troquei o meu celular ano passado com touche screen, tv, jogos e dei o meu antigo para o meu filho e advinha: queria ficar o meu novo e o que eu lhe dei foi parar na gaveta. Educar filho é também dizer não e não ceder ao que querem. Podem ter certeza que verão as consequências no futuro.

  12. Por isso que defendo a seguinte frase
    “Se eu tivesse 1 hora para cortar uma árvore, passaria 40 minutos afiando meu machado”
    Traduzindo:
    Faça a lição de casa direitinho. Planeje para oferecer um produto excelente e use o marketing para dar sustentação.Dessa forma seu produto se vende sozinho.
    Essa idéia de empurrar qualquer merda goela abaixo do cliente com o conceito de que marketing é o que vende é uma visão muito limitada e, diga-se de passagem, ultrapassada.

  13. Marketeiro Safado?
    Você conhece pessoalmente o marketeiro do Mac Donald´s ?
    Cara, ele deve estar fazendo o trabalho dele. Que saudável ou não faz efeito no grande público.
    Gosto de seus textos. São legais, mas esse…sinto muito…achei desnecessário;
    E olha que meu filho também não curte a tal história de lanches gordurosos.
    AB.

  14. Ricardo, adorei o texto.
    Resumindo: é uma covardia utilizar uma estratégia de marketing como esta para atingir diretamente a criança, que não tem discernimento para decidir o que é melhor para ela. Nossos filhos estão se tornando consumistas mirins de um monte de tralha desnecessária.
    Odeio o lance do brinquedinho e acho que pagamos caro demais por um lixo de comida, que infelizmente tem um sabor maravilhoso e vicia feito droga, mas não traz benefício algum além de matar a fome e encher os bolsos dos franqueados.
    Quem compra o McLanche “Infeliz” (adorei isso) está levando o filho para comer ou para brincar? Brincadeira tem hora, não? Ou a ideia é subornar a criança para que coma qualquer bagulho o mais rápido possível em troca daquilo que ela quer? Quem manda em quem? Que educação é esta?
    Tudo o que é exagerado faz mal, tanto para mais, como para menos. O equilíbrio é a chave. Comer uma porcariazinha de vez em quando faz parte da vida, não há como proibir os filhos. Mas é preciso saber a hora de dizer NÃO e argumentar o porque. Comer o sanduíche quando não há outra opção é uma coisa. Comprar junto o brinquedo vagabundo por puro capricho é outra. É muito mais fácil dizer um SIM e calar a boca da criança. Mas educar dá trabalho…
    Abçs,
    Carla Ricci

  15. Sou pai e cinseramente, não caio na lábia das “promoções”. Achei ótimos seus comentários mas:
    Leio frequentemente seu blog, e este post entra em contradição com outro post que li no seu blog, o qual diz respeito às estratégias das empresas de utilizarem medidas como “combos”, para serem alavancadas.
    Ou defende um ou defente outro…

  16. A resposta do McDonalds diz muita coisa: “Os pais sempre tem a opção de dizer ‘não’ aos filhos”.
    Assim como qualquer pessoa tem a opção de dizer a verdade ou mentir.
    Esse papo de vilanização da propaganda é pior que dor de cotovelo de comunista.
    O problema não é o McD ou a estratégia.
    Cara, não foi tu que escreveu que só comia carne do McDonalds?
    Hoje todo radicalismo fica meio ridículo, fora de contexto, babaca. Seja religioso, gastronômico ou business.
    Marketeiro safado? Porque criou uma campanha de sucesso? O marketeiro da Parmalat, que criou a campanha dos bichinhos era um safado?
    Post ruim pra burro.
    Marcelo

  17. É meus amigos…
    Hitler também fez uma das mais fodásticas campanhas de marketing da história do humanidade. Através dos seus jingles, outdoors, anúncios em revistas, jornais e marketing boca-a-boca, ele conseguiu convencer o povo de um país evoluido a seguí-lo.
    Hitler, Parmalat e McDonalds… para mim não tem diferença nenhuma entre eles. Todos os três ganharam ou ganhariam o leão de ouro em Cannes. Afinal, quem decide o que é dúca em marketing são os próprios marketeiros.
    ARREBENTA!!!
    Ricardo

  18. Boa!!! Fazia tempo que não lia seus comentários, hoje vc. superou tudo.
    Escutei de uma amiga: Vou fotografar seus filhos e mandar para nossa amiga V…; pois para sair com o filho dela só indo no Applebee´s porque lá tem comida para crianças. Minha frase é uma só: Se cada um cuidar dos seus, em breve não precisaremos cuidar dos “dos outros”.

  19. Ricardo,
    Eu é que sou seu fã.
    Já a algum tempo que leio suas publicações e cada uma melhor que a outra, chega até a emocionar!
    Cara, eu sempre pensei isso da McDolnald, tenho uma filha de 8 anos e sempre tentei educar ela para não se tornar uma consumidora dessas porcarias da McDonald, sempre me senti sozinho nesta, as vezes até acho que não fasso parte deste mundo, mas quando leio seus comentários, vejo que não estou sozinho, pois o que penso realmetente faz algum sentido.
    Atualmente trabalho em uma grande multinacional petroleira, estatal, leio seus artigos sobre trabalho, e fico imaginando como seria trabalhar numa empresa gerida por pessoas como vc. Deve ser o máximo.
    Parabéns!
    Danilo Lima

  20. Não entendi.
    O marketeiro do McD é safado pq faz criancinhas comerem a porcaria do McD.
    O marketeiro da Parmalat é safado pq faz criancinhas tomarem mais leite.
    E agora Hitler.
    Se vc não sabe argumentar, na sua linha de raciocínio o marketeiro de Jesus é um baita FDP, certo?
    Ou qual a diferença do marketeiro de Hitler e do U2?
    Cara, tu perdeu a noção?
    Marcelo

  21. Marcelo
    Qual é o seu ponto?
    O meu ponto é o seguinte:
    1. Eu não acho certo premiar uma criança por comer lixo.
    2. Eu não tô nem ai se você entendeu ou não o meu ponto.
    3. Se você tem crianças e não liga para as campanhas do mclixo, ok, como eu disse, o filho é teu quem deve educar o seu filho é você.
    4. O texto reflete apenas o meu ponto de vista. Eu não quero que você concorde ou não. Pegue o que você leu, misture com a SUA experiência e crie a sua própria opinião. Você não vai conseguir mudar a minha maneira de pensar, e eu não tô preocupado em mudar a sua.
    ARREBENTA!
    Ricardo

  22. Gostei do tom provovativo do post. Mas venhamos e convenhamos que a culpa é nossa e não do marketeiro que criou a estratégia. Ele só fez o que foi pago pra fazer…E não quero entrar no mérito de se é uma estratégia sustentável, em prol da humanidade, etc.
    Na minha opinião, para a realidade do final da década de 70 foi uma ótima ação. Talvez para a realidade de hoje outras filosofias devessem ser levadas em conta, mas prefiro deixar para outro post.
    Abraços a todos.

  23. Esse é o tipo de assunto que, num mundo ideal, nem seria debatido. O motivo é simples: além das pessoas terem consciência dos danos que essa porcaria faz à saúde, o estabelecimento em si sequer existiria.
    Mas sempre vem algum mala com aquele papo de relativismo.
    Pergunto aos senhores: há alguma dúvida de qual lado devemos ficar no que tange conversas sobre o nazismo? Não né? É um assunto discutido ad infinitum, é o que os americanos chamam de no brainer. É algo repulsivo, abominável e que não pode se repetir nunca mais [embora tenhamos visto de 1945 até 2011 repetecos em “menor escala” mundo afora]. Ponto final.
    Mesma coisa com cigarro, mcdonalds, e outras porcarias que encontram-se por aí.
    Eventualmente essa conversa desemboca no conceito de livre arbitrio. X pode vender o que quiser (dentro da “lei”) mesmo que seja GRITANTEMENTE ÓBVIO E LÓGICO que não há nenhum benefício no produto em questão (muito pelo contrário), às vezes afetando quem não tem nada a ver com o produto em si (fumantes passivos por exemplo).
    Morgan Spurlock, diretor do documentário Super Size Me, sacrificou parte de sua própria saúde, pra liquidar de vez, qualquer tipo de dúvida quanto à remota possibilidade de existir algum tipo de nutriente na comida dessa besta-em-cadeia. E mesmo assim, neguinho continua consumindo. Aí tem o fator que alguém citou em cima: o sabor. Pronto. A discussão acaba aí com réplicas do tipo: “O corpo é meu, a saúde (ou a falta dela) é minha, portanto, o problema é meu. Tenho monopólio sobre ele.” Mesma coisa com cigarro e semelhantes.
    Me lembrei de uma frase do Georg Wilhelm Friedrich Hegel: “What we learn from history is that we do not learn from history”. Ela continua sendo válida em 2011 e pelo andar da carruagem, continuará sem prazo pra expirar.
    Sobre a tal história do ‘Marketereiro que está somente fazendo o trabalho dele’ recomendo fortemente a leitura dos seguintes artigos do Seth Godin:
    http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2008/11/if-you-dont-hav.html
    http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2007/06/responsibility.html

  24. Se suas apiniões não são para mudar mentalidades e formas de pensar. Não que altere minha forma de pensar ou de muitos outros que ja tenham suas opiniões formadas.
    Não escreva em um blog,em uma coluna de jornal ou em uma matéria de revista para outras pessoas lerem.
    Escreva em um diário somente seu e esconda de baixo da sua cama.
    Quando você coloca sua opinião em um blog ou outro local onde pessoas tem livre acesso, está sim formando e mudando opiniões.
    Pelo meu ver, você que esta sendo um marqueteiro, como um marqueteiro politico.
    Hora defende uma coisa hora defende outra, quando questionado sai pela tangente.

  25. “É meus amigos…
    Hitler também fez uma das mais fodásticas campanhas de marketing da história do humanidade. Através dos seus jingles, outdoors, anúncios em revistas, jornais e marketing boca-a-boca, ele conseguiu convencer o povo de um país evoluido a seguí-lo.
    Hitler, Parmalat e McDonalds… para mim não tem diferença nenhuma entre eles. Todos os três ganharam ou ganhariam o leão de ouro em Cannes. Afinal, quem decide o que é dúca em marketing são os próprios marketeiros.
    ARREBENTA!!!
    Ricardo”
    É EXATAMENTE isso que acontece no mundinho marketing e publicidade.
    E é exatamente por isso que, a beira dos 30 anos, decidi mudar de profissão e começar do ZERO tudo de novo!
    Publicidade é lixo
    Marketing desvairado e sem responsabilidade é lixo.
    Ricardo, tô contigo.

  26. Olá Ricardo!!
    Achei o post meio pesado…qualquer tipo de generalização pode levar a erros. Algumas familias têm nisso (comprar um mclanche infeliz) a única, ou uma das poucas oportunidades de agradar o seu filho.
    Certa vez vi uma senhora, muito pobre, em um shopping aqui de são paulo comprando um lanchinho para o seu netinho. O garoto ficou radiante!!! Ela, por outro lado, sacou de sua bolsa um lanchinho que tinha trazido de casa e o acompanhou. Sua expressão de felicidade pelo pequeno era enorme.
    Olhando pelo ponto de vista mercadológico, no meu entender, não é porque a publicidade diz para vc fazer que vc o faz. Senão seríamos todos alcóolatras e fumantes inveterados. Hoje em dia o que falta para os pais é assumir a sua responsabilidade de educar.
    O mcdonalds está certo em vender seu produto desta forma como a souza cruz está certa em vender cigarro. Cabe às pessoas decidirem o que é melhor para seu filho. Criança de 6 anos escolhendo ovo pelo brinquedo? Ah, mas no meu tempo não era assim, minha mãe nem me levava ao mercado!!!

  27. Com todo respeito, felicidade é uma coisa, satisfação momentânea é outra. É lamentável que McDonald´s seja referência de felicidade ou satisfação, como se fosse uma das únicas opções de fazer uma criança ficar satisfeita.
    Alguém já leu algo sobre psicologia infantil? Creio que sim.
    Alguém já leu algum livro de fora sobre propaganda? Certamante.
    Tenho certeza que os marketeiros do McDonalds também e que pouquíssimos pais o fizeram. Portanto sim, é covardia.
    O poder de decisão de uma criança se forma ao longo do tempo. Cabe aos pais cuidarem desse processo também.
    É como você disse: a questão está nas referências que uma criança tem. Cedo ou tarde a ela será exposta à publicidade e ela será persuadida, por falta de argumentos próprios que sustentem uma decisão.
    Se você também se deixar persuadir pela vontade de fazer uma criança sentir satisfação naquele momento ou simplesmente fazer uma criança ficar quieta, ou ainda achar os brinquedos super bonitinhos, o McDonalds vende mais Mclanches felizes.
    Independente de marketeiros safados e criancinhas ingenuas, os primeiros a comprarem a idéia do McLanche Feliz são os proprios pais.

  28. Acho que a frase ficaria melhor “Marketing é uma ferramenta tão boa que até produtos ruins e idéias imbecis conseguem ser vendidas”. Além das inutilidades que recheiam os ovos de páscoa, o produto serve para ensinarmos aos nossos filhos o que é agregar valor a um produto: derreter uma barra de chocolate e vendê-la por um valor 5 vezes mais, mudando apenas o formato.

  29. Sorry about the gap, mas vamos lá, meus pontos:
    1) Vilanizar propaganda é papo de sub-desenvolvido, complexo de vira-lata;
    2) Children see, children do. A campanha não é para crianças. É para testar capacidade dos pais em educá-las. O próprio McD assume isso;
    3) Satanizar (ou ‘safanizar’) qualquer pessoa no exercício da sua função – não estou discutindo o mérito – é algo menor. A campanha é um sucesso (vende). Empresas vivem de sucessos comerciais (vendas). Milhares de acionistas vivem dos sucessos comerciais (vendas) das empresas. Isso se chama CAPITALISMO;
    4) Foda-se a minha e a sua opinião sobre o sabor da porcaria do McD. Aliás, não fui eu que escrevi que só comia carne de lá pra delpois avacalhar o troço. Não dá pra discutir isso. O que discuto é a visão crítica de um mercado do qual VOCÊ DEPENDE;
    5) A lógica não é “tarefa: comer McD | prêmio brinquedo”; O processo é “faça o que eu quero que tu ganha a porcaria do brinquedo do McD – plus comida nojenta”. Publicidade de massa – que atende a massa iletrada – não é responsável pelo sucesso do negócio. A incapacidade de pais educarem é. Marketing não faz uma porcaria se tornar melhor. Nunca fez. A falta de infomração e cognição faz. Um marketeiro não pode ser safado por criar ações de marca e negócios que impulsionam sua empresa, aumentam vendas, lucratividade, mantem e geram mais empregos, mais impostos, que são revertidos em saúde, educação e saneamento por governos, e geram dividendos para investidores.
    Idealismo é uma coisa. Eu sou um idealista, levo meus filhos todo sabado na feira de organicos para comprarmos frutas e verduras da semana, minha empresa já ganhpu premio da PNUD da ONU por praticas socio ambientais e o catzo mais.
    Mas não sou ingenuo (no minimo) de sair cagando que marketing, publicidade e marketeiros são culpados pelo sucesso do McD.
    Sem mercado Ricardo, nem teu idealismo vendia.
    E btw, não quero mudar tua opinião. E não vejo problema nenhum em mudar a minha qdo estou errado.
    Big difference.
    Marcelo

  30. Amei seu artigo Ricardo. Só que eu adoro lanche do Mc. questão pessoal. Não concordo com os brinquedos, mas tb acho que cada um que cuide de sua cria. Os meus filhos vão comigo ao Mc, mas não comem o Mc lanche infeliz. ensinei a eles que aquilo não vale a pena, que o brinquedo é xingue lingue como vc disse e eles entenderam o recado. Mas limite e educação é uma coisa que está cada vez mais rara. Vejo cada coisa na escola deles que fico de cabelo em pé. Hj os filhos estão mandando nos pais, essa é a verdade.

  31. Patricia,
    Eu vejo que a maior preocupação das mães que eu conheço, e alguns pais, é não conseguir domar o filho quando ele tiver 10 anos para cima.
    Mas eu não acredito que os pais tem que domar filhos ou qualquer coisa do tipo.
    Os pais são apenas o meio pelo qual esses pequenos seres humanos encontraram para entrar nesse planeta para cumprir seus destinos, desenhar seus caminhos etc.
    VAMOS QUE VAMOS!
    Ricardo

  32. se vc é uma mal amado q não tem dinheiro para ir ao mc o problema é seu deixa quem gosta comer em paz.
    E os brinquedos são lindos eu tenho 31 anos e tenho mais de 50.

  33. kkkk… todo mundo politicamente correto. Isso mesmo! Não comam Mc Donalds, nunca deem um brinquedo idiota desses para o seu filho e etc, etc, etc… e vai dar no quê? Seu filho infeliz e também você. Segue a banda irmão! Quando resolvo que não vou dar, não dou. Meu filho só pede uma vez. E quando resolvo dar, já sabe: tem que comer o lanche também, sem essa de só o brinquedo e sem essa que comer faz mal. Uma vez na semana não mata ninguém e ninguém é essa perfeição toda! TEm gente pondo fora comida e gente comendo lixo!! Tem gente que não compra Mc Lanche porque faz mal, mas o filho come um pacote de biscoito recheado de uma vez. E sabia? O biscoito recheado faz um mal ainda maior do ponto de vista da saude. O Mac pelo menos o meu filho fica sorrindo com o tal brinquedinho. Ah, vá…. exagerode politicamente correto tb faz um mal danado.

  34. O que a Mc’Donalds faz é apenas uma jogada de marketing, a culpa das pessoas consumirem não é do brinquedo, não é da Mc’Donalds, mas sim da sociedade que cria regras para ser bem aceito na mesma. Não acho errado o marketing, um pouco agressivo, porém a empresa, como todas as outras, têm esse direito! E realmente, comer algumas vezes não faz mal! Acho que ao invés de responsabilizar as empresas que nas quais utilizam deste método, deveriam responsabilizar os pais que não conseguem impor limites aos filhos. Se não fosse essas empresas, existiriam outras com este mesmo tipo de marketing.
    Abraços.

  35. eu aprovo a ideia de ganhar o brinquedo , afinal nao È uma reconpensa è um BRINDE , e se seus filhos nao gostao da comida conpre so o brinquedo ( tem como comprar separadamente custa 7,00 reais cada) e se eles nao quiserem mais o brinquedo de para alguem que queira ele, a e outra coisa se vc nao gosto da ideia vai se ferra pois o mc donalds nao tem nada que agradar uma bosta como vc ……………..

  36. contraditório (Apenas não toleramos que você humilhe as pessoas para defender as suas idéias. vc não acha que humilhou e agrediu a brilhante ideia do mc. a sua critica foi infeliz !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  37. Meu filho foi “iniciado” há poucos dias num mctroço e está aqui saudável, apesar de ter comido o lanche todo e ainda brinca com o tal mcbrinde. Por mim ele nem passava na porta, mas eu às vezes cometo esse sacrilégio e o pobrecito ficava com cara de pidão…
    Já uma pessoa muito próxima faz plantão na toca do palhaço assim que é veiculado o novo mcbonequinho-inútil-xingue-lingue, pois o filhinho dela tem que ser o primeiro a chegar na escola com ele…

  38. Noite,Ricardo,amei o que tu escreveste.pensei que eu era a única que detestava tudo no mec,o pão é uma droga,os molhos então…e o tal do bife( parece de minhoca)é horrível.sem comentários,é um lixo mesmo.meu marido tem um filho de 10 anos de outro casamento,e o guri é louco por mec,pior q gosta mesmo desse lixo e o pai as vzs leva..nos temos um bebe de 8 meses,por mim ele jamais vai conhece essa porcaria.mas ok eu fico p é que ele leva o guri as vzs e nu
    Fica firme…mas ok.adorei teu post.

  39. 1-Cala a boca seu *@#$% todo batata é gordurosa! o sanduíche tem sabor sim senhor e o refri é tudo a mesma coisa eu sei que tu ta mentindo seu filhos amam
    2-Eu tenho 9 anos e ligo para o lanche mais que o brinquedo
    3- é mc lanche feliz,infeliz é você
    4-Fica queto porque você não é criança e não sabem que elas gostam xau xau

  40. 1 Marcelo tive um orgasmo com seu post!
    2 o “cinseramente” escrito lá em cima foi lindo!!!
    3 Ricardo mais uma vez levou o povo a reflexão e isso é bom independente se a conclusão foi positiva ou não, passou da hora de aceitarmos tudo sem reflexão
    4 Hitler, não tem nada a ver com tudo isso!

  41. Olá prazer ! Eu sou a Leticia universitária de História … Estou pretendendo me formar em licenciatura de história o que significa que eu vou educar a turminha da geração mc lanche feliz … sem negar que eu no auge dos meus 20 anos sou uma filha dela . Mas é dificil em uma sociedade capitalista, egoista como você mesmo se porta ao dizer”Eu não. Deixa rolar. Afinal essa turma precisa de um quitute para detonar enquanto se diverte assistindo as video-cassetadas do faustão.
    Que cada pai eduque os seus filhos do jeito que quiserem.
    Eu já tenho muito o que fazer educando os meus filhos. Eu não tenho tempo nem saco para educar os filhos dos outros. “; vir a combater algo tão grande como o mc donalds… Antes de combate-lo é necessário combater esse egoísmo sujo , que foi ingerido junto a lanches , refrigerantes, cigarros, cervejas, e etc…. Tudo isso foi um processo longo de transformação de uma sociedade e esse seu gesto de incompreensão só gera confusão … Não existe uma redoma de vidro a se trancar jovens e crianças e proibi-las de querer o que esta a sua frente ! se á um processo de marketing numa “contra-educação” gerando e nutrindo essa população é necessário desconstruir essa ideia . e não é um autoritarismo paternal ou social que vai estabelecer uma ordem diante a esta situação …. Filhos não devem ser demandados como seres apáticos e inconscientes,mas sim educados . Lembrando que quando se educa um individuo diante de toda uma sociedade que rema contra essa maré a falha é inevitável, então procure se preocupar mais com o coletivo ao invés de buscar a salvação num ato individualista .

  42. Quando eu era mais novo (acho que abaixo dos 7 anos) eu não gostava da comida e só queria o brinquedo, hoje em dia (14 anos) eu gosto da comida e odeio o brinquedo deles (sem criatividade alguma).

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