22 comentários em “É tempo de renovar o cartão de visita?

  1. Jordão,
    Olhando esses cartões-de-visita e lembrando de uma afirmação que você mesmo fez há certo tempo atrás (de que o que você coloca aqui não é coincidência e que os posts estão sempre relacionados com alguma coisa que você está fazendo), eu estou me perguntando: COMO SERÁ O CARTÃO DE VISITAR DA ARM??
    Att..
    Enrico Cardoso.
    Amigos, quero convidar a todos vocês para estrearem a leitura do meu blog, que acabei de publicar. Será uma honra e um imenso prazer poder contar com todos vocês lá.
    http://thinkoutsidebr.wordpress.com/

  2. Aêhhh Enrico!!!
    É isso aí, os cartões aparecem aí porque estamos quebrando a cabeça no cartão da ArmRebel.
    PARABÉNS pelo blog!
    ARREBENTA!!!
    Ricardo

  3. Olha eu de novo! (Vou acabar me acostumando!)
    Sinceramente… bem sinceramente… Adoro tudo que é inovação, desde que facilite o uso.
    Alguns cartões de visita, digo até que a maioria dos que estão neste post, não servem ao propósito de facilitar o contato entre um possível cliente e seu fornecedor.
    E antes que alguém me diga que o cartão de um designer gráfico precisa mostrar sua criatividade, estilo e blá blá blá (blás porque eu não achei outros substantivos para completar a sentença) eu creio piamente que o que me serve enquanto apresentação, seja eu designer ou não, é a clareza das informações de meus contatos. Ao invés de entregar um enigma para o meu cliente, eu quero que ele saiba exatamente quais são meu nome, telefones, e-mails, site e tudo o mais que o possa interessar.
    E como eu estou aqui para aprender, pergunto aos professores: no mundo dos business, a criatividade pode estar acima da funcionalidade?

  4. Giovana,
    Talvez você tenha razão. Está tudo ali, no cartão. Quando o cliente quiser falar com você ele procura o cartão (e acha?) e pronto, estará tudo ali, bem legível.
    Mas se você der uma cartão que intrigue, que tire da inércia os sentidos e a razão, que ele resolva o enigma por sí próprio…talvez ele nunca mais esqueça seu nome.
    Não existe ato mais intestemunhável do que o ato de conhecer…decifrar um “enigma” e conhecer a resposta é algo mágico, excitante…a endorfina, ao final, é parecida com aquela de quem salta de para-quedas pela primeira vez… inesquecível.
    LAF

  5. Pois é, LAF!
    Não discordo que decifrar enigmas é bem instigante, e que um visual diferente quase garante que seu cartão será guardado, enquanto os pouco atrativos irão para o fundo de uma gaveta ou ficarão amassados em algum bolso esquecido.
    Mas eu ainda insisto na questão da funcionalidade. Ilmo Sr. Ricardo, e todos os ilustres mais que queiram responder, vale a pena essa supervalorização da inventividade que cria e premia peças lindas, geniais, mas pouco aplicáveis (que podem ser de cartões a prospectos, de interface de sistema a site institucional)? Ou será que falta uma maior valorização da criatividade voltada para a funcionalidade?

  6. Giovana,
    Deixe sua MARCA gravada no cliente.
    O Jeffrey Gitomer conta uma história muito boa na Bíblia de Vendas que fala do cartão de visita.
    Ele tem um cartão do seu gato de estimação. Isso mesmo! Um cartão do gato de estimação. E quando alguém – que já ganhou o tal cartão – o encontra em algum evento, comenta sobre isso com os demais e sempre pede pra ele dar um cartão do gato para os presentes.
    Claro que o gato não tem e-mail, telefone, site…os dados são deles mesmo, com exceção do nome.
    Nada melhor que clientes e possíveis clientes disputando seu cartão. Mesmo que ele tenha o nome do gato.
    O cartão é uma de suas marcas. Criatividade conta e muito, no meu modestíssimo ponto-de-vista (esses hífens ainda existem??).
    Funcionalidade fica para softwares.
    Se criatividade não faz diferença, use papel de embrulho para colocar seus dados. Nesse caso,dá na mesma.
    Grande abraço!

  7. Giovana,
    A excelência é a arte, porque só ela toca o espírito humano (sem conotação religiosa). Transformar nosso trabalho (nossa função social, nossa labuta, nossa tarefa de melhorar funcionalmente a vida da sociedade) em arte é O desafio dessa nova era. Concordo com você que a funcionalidade é essencial. Porém: um alimento deve ser saudável (essencial) …mas se for saboroso (arte) é muito melhor!
    LAF
    LAF

  8. Com A escrevo amor… com P escrevo paixão… com G escrevo Giovanna… a dona do meu coração…
    PS: Inteligente assim deve ser a cara da mafalda.
    Forte abraço,
    Gabriel Peixoto
    Perdier los amigos sy. Perdier las piadas hamais!

  9. Giovana,
    Há tempos o mundo criativo valoriza DESIGN sobre “criatividade”. DESIGN de produtos, DESIGN gráfico, DESIGN de loja, DESIGN de escritório, DESIGN que leve o cliente a ter o comportamento que você gostaria que ele tivesse.
    DESIGN não significa torrar dinheiro. Calça jeans e camiseta branca com jaqueta preta por trás é sinônimo de DESIGN e não custa caro.
    Em business, todas as peças de comunicação e marketing de uma empresa deveriam ter um CALL TO ACTION. Tudo deve ser feito com o próposito de guiar, direcionar, educar, ajudar o cliente a se mover até o momento em que ele está preparado para comprar.
    Criatividade por criatividade é bobeira. DESIGN é ESSENCIAL. O cartão de visita ou qualquer outra peça de comunicação deve ser útil, prática e pragmática, MAS, se você adicionar um elemento de emoção com DESIGN você vence.
    ARREBENTA!
    Ricardo

  10. Giovana,
    Se você estiver com sede, no meio do deserto, você vai comprar água no primeiro boteco que aparecer na sua frente. No dia seguinte você não vai nem se lembrar do lugar onde comprou.
    Na vida prática, quando um cliente tem uma necessidade URGENTE de alguma coisa, seja no mundo b2c ou b2b, quando o calo tá doendo e ele precisa do remédio, a primeira ripombeta da parafuseta que aparecer na frente dele com o remédio leva o negócio.
    Agora, quando o cliente não tem necessidade alguma de nada, o vendedor da tal da ripombeta da parafuseta não será o cara que ele vai receber ou confiar para resolver o seu problema.
    TODAS as empresas que você admira tiveram uma preocupação VICERAL com a marca, logomarca e qualquer coisa que tenha a ver com o uso do nome da empresa.
    Nike é a Deusa da Velocidade, IBM é o nome da máquina que eles vendiam, Ford é o nome da família do dono, Google é o símbolo do core business inventado na faculdade.
    A NOVA GERAÇÃO se atenta a tudo. Eles perguntam o significado de TUDO. Se você vai vender para quem nasceu a partir dos anos 80, você deveria se preocupar com TUDO que se relaciona com a sua marca.
    Se você vai vender para aqueles que nasceram antes dos anos 70, talvez, TALVEZ, você possa deixar isso de lado.
    VENCE quem tiver melhores histórias para contar. Se tudo é igual entre você e o seu concorrente, e ele tem uma história bacana para contar sobre a marca dele e você não, ele vence.
    RESUMO DA ÓPERA: Quem é o seu Cliente? O que ele valoriza de verdade? Pergunte para eles não para mim.
    Ricardo

  11. GORDÃO LANCHES, GIRAFFAS, BOB´S, OTIS, HP, U.S. ROBOTICS, NOKIA, CHEVROLET, SWAROVSKY, XEROX, KODAK, pra citar alguns exemplos de segmentos e tamanhos diferentes.
    Se UMA delas teve essa preocupação VISCERAL com o nome que o Jordão disse, eu pago a conta do buteco aqui!!
    Sabe qual foi a preocupação “VISCERAL” delas? Colocar um nome “engraçadinho” ou o “nome do dono”(90% dos casos).
    Ou vocês acham que uma pessoa que registra a empresa como “Harley Davidson” esperava chegar aonde chegou com esse nome…
    Vai começar aquela estória de nomes, marcas tuuudo de novo…
    Godoy
    ainda defensor de que o NOME de uma empresa é o que menos pesa pro seu sucesso

  12. Jordão,
    Você esta encurralado. Seu blá, blá, blá não é mais engolido pela geração Z. ATUALIZE-SE! ou vai ficar cercado de quatro ou cinco incautos que ainda acreditam em suas babaquices.
    Forte abraço,
    Gabriel Peixoto
    Xeque…

  13. Caríssimo, Dr. Ricardo!
    Não sei se o senhor percebeu, mas chegou onde eu queria! :o)
    “Criatividade por criatividade é bobeira. DESIGN é ESSENCIAL. O cartão de visita ou qualquer outra peça de comunicação deve ser útil, prática e pragmática, MAS, se você adicionar um elemento de emoção com DESIGN você vence.[…]
    RESUMO DA ÓPERA: Quem é o seu Cliente? O que ele valoriza de verdade? Pergunte para eles não para mim.”
    Aí estão os pontos cruciais, design por design, e não estou falando de preço, é leseira. Se o seu cliente não entender, não adianta inventar. Se o cartão não mostrar claramente o que o cara quiser consultar, não adianta ele guardar.
    Deixar a marca e ser usável é fundamental. Só podendo ser um dos dois, ainda voto no usável.
    Giovana Caraciolo
    Curiosa que só pra ver o cartão da ARM e ver se consegue decifrar os extra eggs que possam vir.
    Obs: Eu não pareço a Mafalda, viu?

  14. Isso ai Godoy!
    Aproveita e faz o seguinte:
    Abre uma empresa de pesca com o Nome:
    “Godoy leva vara”
    Que acha???
    Peleh

  15. Gabriel, adoro xadrez, então deixa eu jogar também !?
    O Jordão é adepto da escola romântica, já você da hipermoderna. Ele não prega que o DESIGN seja FUNDAMENTAL, porém quando se vive num mundo onde o avançado é commoditie DESIGN passa a ser DIFERENCIAL.
    Meus clientes por exemplo, seguem os cases que o Jordão explicita, meus concorrentes fazem a mesma coisa que eu, vendem pelo mesmo preço que eu, entregam excelência igual a mim. O que faço? Continuo com a minha mesma fatia de market share e fico resignado. Ou crio histórias, encantamento, entretenimento, enigmas, envolvimento, causa, emoção mesmo que seja apenas num cartão de visita?
    Usando os exemplos do Godoy, XEROX, NOKIA, etc, tiveram preocupação VISCERAL SIM com suas marcas, claro que essa preocupação somente veio depois de muito tempo, quando já tinham um porte maior, quando pequenas a marca é apenas um referencial, quando a empresa cresce ela cresce junto no efeito cognitivo.
    Como gosto de matar a pau, segue um blog explicando a evolução dessas marcas citadas pelo Godoy.
    http://www.mundodasmarcas.blogspot.com
    Sidney Lima Filho
    Peão em C3, defendendo o Rei e atacando o Bispo em B4

  16. Pelebroy,
    Nome grande passa mais repeito. Que tal colocar o nome da empresa de pesca de “Godoy leva vara e enfia no rabo do Pelebroy & Cia”
    Taí!! Gostei!!

  17. Sidney,
    Mesmo antes de ver o link que você mandou, você confirma o que eu disse. As empresas se preocupam com suas marcas DEPOIS que se tornam grandes!! DEPOIS!!!
    Eu tô falando da importância da marca NA CRIAÇÃO das empresas.
    Essa preocupação de cuidar da marca depois que são grandes, aí se torna óbvio demais…
    É chover no molhado…

  18. MENINOS?!?!?!?! ISTO SÃO MODOS COM NOSSA VISITANTE?!?!?!?! Deste jeito a Renatinha Charmosa vai dedurá-los pro tio Jordão…
    Sid, lembra do comercial do Maradona tomando guaraná antártica??? lindo, genial, brilhante!!! mas… o share não aumentou e o Kuat ganhou mercado…
    Cara, precisamos parar com essa viadagem toda. Em plena era da sustentabilidade, o cara me apresenta um cartão cheio de gueri- gueri que vai levar 100 anos pra se decompor? Qualé irmãozinho, pensa que sou mané??? Tô cagando e andando pro “designer do teu cartão de visitas”, pra mim soa como uma tentativa de me enrolar e impedir que eu veja uma grave deficiência da tua empresa. Já vistes o marketing duma tal de UNIP (Universidade Paulista)??? É fofíssimo mas o ensino lá é uma bomba.
    Forte abraço,
    Gabriel Peixoto
    Acredite, muita gente pensa como eu.

  19. Sidney,
    É isso aí!! Às vezes parece que as PESSOAS FAZEM FORÇA PRA NÃO ENTENDER AS COISAS.
    Que pensar na marca pra minimizar os riscos e aumentar a aceitação?? PARABÉNS!!
    Foda-se tudo isso?? Quer correr o risco?? FIQUE À VONTADE.
    Quando eu for ao Rio, aquela gelada é por minha conta.
    Att..
    Enrico Cardoso.
    Entre o CERTO e o DUVIDOSO, não penso duas vezes.

  20. Caramba, vou amanhã mesmo a uma gráfica e mandarei fazer um lote de cartões de visita, Meu nome, minha especialidade meu telefone, meu site e meu e-mail.
    Há 3 anos que eu não uso cartões de visita.
    Acho que escreverei frases:
    -O melhor serviço. Acha que se fosse o pior eu escreveria aqui.
    -O último dos especialistas em …
    -Me liga, eu gostei de você. (clientes bonitas)
    -Caro hoje, barato amanhã.
    -Já fui bom em … hoje sou muito melhor. Pois, pratico a 28 anos.
    -Pode acretidar daqui a 10 anos, ainda seremos bons amigos.
    -Se você ligar e acertar o número (de 1 a 10) que eu vou estar pensando, você só paga 50%.
    -Antes de ligar pra mim, ligue para xxxx-xxxx (telefone de um cliente satisfeito, ou quem sabe o da minha mãe) e tome referências a meu respeito.
    -O que você quer para comprar de mim? Escreva neste cartão, sigílo absoluto.

    -Eu atendo no primeiro toque, duvida?

Deixe uma resposta